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CENTRO DE ESTUDOS DA SAÚDE MENTAL 

PEDRO DE ALCÂNTARA (C.E.S.M.)

Resgatando suas tradições, o Hospital Pedro de Alcântara põe em funcionamento o Centro de Estudos de Saúde Mental, que é dedicado à promoção de pesquisas, seminários, simpósios e encontros científicos, com enfoque nas mais diversas psicopatologias, e das metodologias e terapêuticas aplicáveis ao seu tratamento.

O C.E.S.M. tem como objetivo precípuo, aprimorar o nível técnico de profissionais que se dedicam ao tratamento dos transtornos psíquicos (Psicólogos, Psiquiatras, Terapeutas Ocupacionais, Fisioterapeutas e Terapeutas Holísticos), promovendo assim a presença de profissionais que se destacam nas suas áreas de atuação, propiciando a discussão e estudo de casos e avaliação de resultados obtidos a partir da aplicação dos procedimentos terapêuticos.

O primeiro projeto dessa nova fase do C.E.S.M. é o "Grupo de Crescimento Profissional em Psicologia" (GCPP), sob a coordenação e supervisão do Psicólogo Clínico Arleir Francisco Bellieny (CRP 05-20180), tendo como público alvo, Psicólogos devidamente registrados e em dia com o Conselho Regional de Psicologia. Os interessados deverão dispor de horários para prestar colaboração voluntária ao atendimento ambulatorial no HPA.

Independente da Escola Psicológica de formação ou Abordagem Terapêutica aplicada, todos se beneficiam do encontro do grupo que dispõe de espaço físico para reuniões semanais/quinzenais de supervisão dos casos clínicos que foram atendidos ao longo da semana pelos supervisionados. As trocas de experiência com as diversas abordagens terapêuticas enriquecem e dinamizam o conhecimento e experiência do grupo.

Por conseguinte, a pessoa atendida é beneficiada e sente-se segura, sabendo que o seu caso clínico está sendo acompanhado com interesse por um grupo de profissionais qualificados, investindo o melhor de si na ajuda àqueles que buscam atendimento no GCPP do HPA.

Importante ressaltar que não há preferência ou exigência de credo religioso sob quaisquer circunstâncias. Lembrando que o Estado brasileiro, de acordo com a sua Constituição, deve dispensar tratamento igualitário a todas as crenças religiosas, incluindo a não crença, sem adotar nenhuma delas como sua religião.